A infecção pelo vírus HIV também pode atingir os rins, causando problemas relacionados à terapia antirretroviral e até insuficiência renal aguda ou crônica, distúrbios hidreletrolíticos e glomerulopatias.

    Ao ser diagnosticado com HIV, é muito importante que o paciente faça também o exame de urina e a taxa de filtração glomerular. Dependendo de cada caso, o profissional também pode prescrever a quantificação da proteinúria e ultrassonografia renal. Eventualmente a biópsia renal é necessária.

     Uma das nefropatias mais comum associada ao HIV é a esclerose glomerular. Está pode levar à disfunção e até morte das células renais. Existe ainda a presença de proteínas na urina e, geralmente,insuficiência renal que progride rapidamente. Esses problemas são mais comuns em pacientes negros.

    Não é raro que o paciente com HIV seja acometido pela DRC devido ao descontrole da hipertensão arterial, diabetes  e exposição a outros remédios também. 

    Para controlar e evitar essas consequências, podemos fazer uso de medicamentos que melhoram e protegem o funcionamento do rim a longo prazo. O diagnóstico precoce e tratamento do HIV, além do acompanhamento nefrológico são fundamentais.

    Hoje, é possível viver normalmente com o vírus, por isso recomendamos aos pacientes que realizem o teste diagnóstico para HIV como rotina.

    Não negligencie sua saúde. Mantenha seus exames e consultas médicas em dia. Qualquer dúvida, conte comigo!