
De modo geral, a medicina diagnóstica vem em um processo evolutivo sem precedentes.
Antigamente o paciente com doença renal crônica em diálise, após realizar tomografia com contraste ou exame com contraste (cateterismo), deveria ser rapidamente encaminhado à diálise para “tirar volume”.
Atualmente, usa-se outro tipo contraste iodado e em volumes diferentes. Logo, pacientes dialiticos que fazem exames contrastados, não precisam mais fazer diálise na sequência.
Pacientes que apresentam lesão renal aguda e estão em diálise, ou pacientes com doença renal crônica em diálise que apresentam diurese residual (>200ml/dia) devem evitar, quando possível, esses exames. Mas isso é motivo para outro post!
E ah, vale lembrar que a hemodiálise NÃO remove o contraste iodado!